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| A sexualidade da pessoa com deficiência sob o olhar da psicologia. |
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A pessoa com deficiência intelectual na adolescência apresenta o desenvolvimento da sexualidade da mesma forma que um jovem que não tem este comprometimento.
Observa-se, em muitos casos, que há uma tendência natural a encará-los como eternas crianças, tanto por parte da família como de amigos, vizinhos e parentes.
Dessa forma há certo receio em encarar a manifestação da sexualidade e esta tende a ser negada, ou mesmo tolhida.
Considerando-se o nível cognitivo de cada individuo, há uma forma muito particular de conhecimento do próprio corpo, o que envolve: noção de esquema corporal, percepção da imagem corporal e dos caracteres sexuais secundários, diferenciação entre os sexos, canalização do afeto para o sexo oposto e noção da realidade que o cerca. Tais noções orientam a vivencia da sexualidade.
Ao trabalharmos em conjunto com a família todos estes aspectos, é possível ser vista de forma normal desde a masturbação até o namoro ou a possibilidade de um relacionamento sexual, adequando-se a expectativa de cada grupo familiar e ao mesmo tempo a adequação do aprendiz.
O setor de psicologia da APABEX coloca-se á disposição das famílias para trabalhar este aspecto.
Marisa De Luca
Psicóloga
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